Árbitro da Somália, que iria participar da Copa do Mundo, tem entrada negada nos EUA.
Washington - No último sábado, 6 de junho, os Estados Unidos negaram a entrada de um árbitro somali que iria trabalhar na Copa do Mundo 2026 de futebol masculino. A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA informou que o viajante, um cidadão somali, chegou a um aeroporto da Flórida.
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A agência informou que, após uma inspeção adicional, encontrou problemas na verificação de antecedentes, mas não divulgou os detalhes dos motivos.
Segundo a imprensa americana, o árbitro é Omar Artan. Ele foi eleito o árbitro do ano de 2025 pela Confederação Africana de Futebol.
O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, afirma que restringe a entrada de cidadãos de certos países, incluindo a Somália, para proteger a segurança nacional.
O jornal The New York Times relata que o incidente "parece ser o exemplo mais recente de como a política internacional afeta o processo de visto para pessoas que participam da Copa do Mundo".
Na semana passada, mais de uma dezena de membros da equipe de apoio da seleção iraniana de futebol tiveram seus vistos negados.
O secretário americano de Estado, Marco Rubio, afirmou que as autoridades acompanharão de perto a delegação iraniana. Rubio disse que querem garantir que ninguém tenha ligações com a Guarda Revolucionária Islâmica.
As tensões com os EUA obrigaram a equipe iraniana a transferir seu centro de treinamento, saindo do estado do Arizona e indo para a cidade mexicana fronteiriça de Tijuana.
Fonte: NHK News.
