terça-feira, 29 de junho de 2021

Primeira-dama americana no Japão.

A primeira-dama Jill Biden deve visitar o Japão para a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio.


Tóquio - Japão e Estados Unidos estão fazendo os preparativos para que a primeira-dama americana Jill Biden compareça à cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio no dia 23 de julho. O presidente americano, Joe Biden, não deverá acompanhar a esposa durante a sua visita ao Japão.

A primeira-dama Jill Biden deve visitar o Japão para a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio.
A primeira-dama americana Jill Biden: planos para a sua visita ao Japão. Foto: Joe Burbank.

Além da participação da primeira-dama na cerimônia de abertura dos jogos olímpicos, ela também terá uma reunião com o primeiro-ministro japonês Yoshihide Suga. Esses serão uns dos principais compromissos na agenda de Jill Biden no Japão,  planejado em conjunto pelo governo norte-americano e japonês, de acordo com o jornal Yomiuri Shimbun.

O Japão é um dos principais aliados dos Estados Unidos na Ásia. Tendo fortes laços políticos, o atual presidente Joe Biden expressou o seu total apoio à decisão do primeiro-ministro Suga na realização dos Jogos Olímpicos em meio à pandemia do coronavírus.

A França, que sediará os Jogos Olímpicos de 2024 em Paris, anunciou no mês passado que o presidente Emmanuel Macron deverá comparecer à cerimônia de abertura dos Jogos de Tóquio.

O público em geral e os médicos especialistas do Japão estão muito preocupados com a realização dos jogos olímpicos. O receio é de que uma nova onda de infecções do coronavírus possa se desencadear em Tóquio e se alastrar por todo o país. A realização das Olimpíadas de Tóquio foi  atrasada por um ano devido ao início da pandemia mundial da COVID-19 em 2020.


Fonte: Japan Today.



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segunda-feira, 28 de junho de 2021

Um pouco menos cara para viver.

Pesquisa anual revela que Tóquio é a 4º cidade mais cara do mundo para estrangeiros viverem.


Tóquio - Em uma pesquisa anual feita por uma empresa de consultoria dos Estados Unidos, Tóquio foi classificada como a quarta cidade mais cara do mundo para expatriados, caindo uma posição em relação ao ano passado.

Pesquisa anual revela que Tóquio é a 4º cidade mais cara do mundo para estrangeiros viverem.
Neste ano, Tóquio é considerada a 4º cidade mais cara do mundo para expatriados viverem. Foto: Getty Images.

A cidade Ashgabat, capital do Turcomenistão, liderou a lista das cidades mais caras do mundo para expatriados deste ano,  sendo segundo colocada do ano passado. A cidade de Hong Kong ficou em segundo lugar este ano, sendo a mais cara do mundo no ano passado. A pesquisa de custo de vida mundial é feita pela empresa americana de gestão de ativos Mercer. A classificação dos países na lista  deste ano foi muito influenciada pela pandemia mundial do coronavírus, com implicações econômicas, políticas e de saúde pública.

Neste ano, a cidade de Zurique ficou em quinto lugar na pesquisa, caindo uma posição. A cidade de Xangai ficou em sexto lugar, subindo uma posição. Já a cidade de Cingapura, ficou na sétima posição, caindo duas posições em relação a pesquisa do ano passado.

O que chamou a atenção foi a cidade de Beirute. Ela ficou em terceiro lugar este ano, subindo 42 posições em relação à pesquisa do ano anterior. O que fez Beirute ficar em terceiro lugar foi a crise financeira e a grande explosão no porto da cidade em 2020 que provocou a destruição de várias casas e prédios da região. 

A empresa de consultoria Mercer disse que a pandemia continua a causar perturbações na mobilidade das pessoas internacionalmente, levando muitas empresas a reavaliar o gerenciamento da força de trabalho móvel num mundo pós-pandemia.

"A pandemia da COVID-19 criou uma nova camada de complexidade. E também provocou implicações de longo prazo relacionadas à saúde e segurança das pessoas, trabalho remoto e políticas de flexibilidade, e entre outras considerações", disse Ilya Bonic, presidente de carreira e chefe de estratégias da Mercer.

"Conforme as organizações repensam suas estratégias de mobilidade e talento, dados precisos e transparentes são essenciais para remunerar os funcionários de forma justa por todos os tipos de atribuições", acrescenta Bonic em um comunicado à imprensa.

A pesquisa anual de custo de vida mundial para expatriados classifica 209 cidades com base comparativa das despesas como moradia, transporte, alimentação e entretenimento. A cidade de Nova Iorque é usada como base de comparação e os movimentos cambiais medidos em relação ao dólar americano.

Em relação à cidade de Nova Iorque, ela ficou em 14º lugar da pesquisa internacional deste ano, oito posições abaixo do ano passado. Dentro dos Estados Unidos, Nova Iorque é a cidade mais cara para os trabalhadores estrangeiros. Na pesquisa mundial, outras cidades americanas se destacam, como Los Angeles (20º lugar) e San Francisco (25º lugar).

As outras três cidades posicionadas entre as 10 da lista de custo de vida são: Genebra (8º lugar), Pequim (9º lugar) e Berna, capital da Suíça (10º lugar).


Fonte: Kyodo News.



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