terça-feira, 3 de outubro de 2023

Prêmio Nobel de Medicina 2023.

Dois cientistas ganham o Prêmio Nobel pela descoberta da vacina contra a COVID-19.


Estocolmo - Nesta segunda-feira, 2 de outubro, os membros da Assembleia do Nobel no Instituto Karolinska decidiram atribuir o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2023 para os cientistas Katalin Kariko e Drew Weissman.

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Dois cientistas ganham o Prêmio Nobel pela descoberta da vacina contra a COVID-19.
Os vencedores do Nobel de Medicina deste ano foram a bioquímica húngara Katalin Kariko e o pesquisador americano Drew Weissman. Eles foram os responsáveis pela descoberta da vacina contra a COVID-19. Foto: NHK News.

Os dois pesquisadores foram responsáveis por suas descobertas sobre nucleósidos, com base em modificações que permitem o desenvolvimento de vacinas de mRNA. O trabalho conjunto de Kariko e Weissman contribuiu para o rápido combate ao vírus da COVID-19, durante a pior fase da pandemia do coronavírus pelo mundo.

Katalin Kariko é uma bioquímica húngara/americana e Drew Weissman é um pesquisador americano da Universidade da Pensilvânia.

A Assembléia do Nobel afirma que suas  descobertas foram fundamentais para o desenvolvimento de vacinas eficazes de mRNA (RNA mensageiro).

De acordo com Rickard Sandberg, membro da Assembleia do Nobel no Instituto Karolinska, as descobertas dos dois cientistas mudaram fundamentalmente a nossa compreensão de como o RNA mensageiro interage com o nosso sistema imunológico. Kariko e Weissman ajudaram a enfrentar uma das maiores ameaças à saúde humana nos tempos modernos.

Os ganhadores do Nobel de Medicina dividirão um prêmio de 11 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 5 milhões), além de receber os diplomas e as  medalhas de ouro de 18 quilates. O rei sueco entregará os prêmios em uma cerimônia em Estocolmo no dia 10 de dezembro, aniversário da morte de Alfred Bernhard Nobel, seguida de um luxuoso banquete.


Fontes: NHK News / UOL.


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segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Um pedaço do Brasil em Tóquio.

Kichijoji celebra o Brasil em 2 dias, com músicas e danças brasileiras.


Tóquio - Imagine você, que vive no Japão, curtindo o sol do Brasil na praia de Copacabana ou, simplesmente, sambando no desfile de Carnaval do Rio de Janeiro. Foi pensando assim que um japonês transformou seu bar num pedacinho do Brasil.

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Kichijoji celebra o Brasil em 2 dias, com músicas e danças brasileiras.
A dançarina Saaya Suga se apresenta no Bar Alvorada, durante o primeiro dia do evento. Foto: Ari Hirayama.

Com o título de "2023: Kichijoji torna-se o Brasil por 2 dias!", o dono de um bar, Shuji Kurosawa (58 anos), vem promovendo a alegria da cultura brasileira em seu estabelecimento.

A ideia surgiu em 2012, quando Kurosawa, um apaixonado por tudo que é brasileiro, decidiu promover a Copa do Mundo de 2014 (realizado no Brasil) e os Jogos Olímpicos de 2016 (no Rio de Janeiro) em seu bar, no subúrbio de Kichijoji (oeste de Tóquio). O primeiro evento deu tão certo que se transformou numa atração anual, fazendo parte da vida cultural da região de Kichijoji.

No dia 30 de setembro, o bar Alvorada (propriedade de Kurosawa) promoveu o primeiro dia do evento. Em um pequeno espaço do bar, a dançarina japonesa Saaya Suga (33 anos) sambava e cantava, vestida com uma fantasia verde e amarela.

"Gosto da sensação de estar próximo dos clientes", disse Suga, que vem se apresentando todos os anos no evento.

"Quero aumentar o número de pessoas que ama o Brasil", disse Kurosawa. No evento deste ano, ele organizou a participação de outros dois restaurantes de Kichijoji.

Artistas japoneses e brasileiros se apresentaram em um total de 30 shows ao vivo durante os dois dias: com muito samba, bossa nova e choro.

Os restaurantes BAOBAB  e Strings agendaram os shows para o último dia do evento, 1ª de outubro. A taxa cobrada pelos shows foi bastante simbólica, onde os clientes fizeram questão em pagar.


Fonte: The Asahi Shimbun.


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