sábado, 13 de novembro de 2021

Normalização da produção automotiva?

Toyota anuncia a retomada da produção de automóveis para o próximo mês.


Aichi - A fabricante Toyota Motor Corporation anunciou nesta sexta-feira, 12 de novembro, a retomada da produção em larga escala no Japão a partir de dezembro. A montadora tem executado a sua produção em escala reduzida há sete meses.

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Toyota anuncia a retomada da produção de automóveis para o próximo mês.
Toyota informou que a produção em larga escala será normalizada em dezembro.

Todas as 28 linhas de produção da Toyota, em suas 14 fábricas em território japonês, estarão operando normalmente daqui algumas semanas.

Devido à disseminação dos casos de COVID-19 no sudeste da Ásia e à escassez de peças, principalmente dos semicondutores, a montadora suspendeu repentinamente a produção de suas fábricas no Japão em de maio deste ano.

A Toyota informou que a produção em sua cadeia de suprimentos está estável agora. Para compensar as perdas deste longo período quase que totalmente parada, a produção de automóveis será aumentada em todas as fábricas no arquipélago japonês.

De acordo com a empresa, a produção de automóveis para dezembro será de 800.000 unidades em todo o mundo. Um recorde porque a produção mundial foi de 760.000 unidades em dezembro de 2020.

A previsão para sua produção global, em 2021, permanece estipulada em 9 milhões de unidades.


Fontes: NHK News / Nagoya TV. 


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sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Para reduzir os impactos da pandemia.

Novo pacote de estímulos para ajudar a economia japonesa.


Tóquio - O governo japonês anunciou nesta quinta-feira, 11 de novembro, um novo pacote de estímulos para a economia do Japão, com gastos fiscais estimados em mais de 30 trilhões de ienes (US$ 263 bilhões). O pacote incluirá aumento salarial para assistentes sociais, funcionários de creches e enfermeiras.

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Novo pacote de estímulos para ajudar a economia japonesa.
Governo do Japão pretende aprovar um novo pacote de estímulos destinado para profissionais da área de saúde, assistentes sociais, famílias de baixa renda e estudantes.

Os salários mensais dos profissionais citados acima, serão aumentados em 3% ou 9 mil ienes (US$ 79), a partir de fevereiro do próximo ano. O reajuste leva em consideração que o salário dessas profissões são insuficientes para as despesas mensais de um indivíduo ou família, isso comparando com outras profissões.

O pacote de estímulos visa aliviar os impactos que a pandemia do coronavírus deixou na sociedade japonesa. O governo irá finalizar o novo pacote no dia 19 de novembro.

Durante a campanha política para as eleições gerais em outubro, o primeiro-ministro Fumio Kishida prometeu criar um novo estímulo monetário no país. O plano de Kishida é alcançar o crescimento econômico e reduzir as disparidades da riqueza na sociedade japonesa.

O governo está tentando aprovar um orçamento suplementar, durante uma sessão parlamentar extraordinária, no final deste ano para financiar o novo pacote de estímulos. Também está nos planos do primeiro-ministro: a aprovação de um programa de subsídios para o turismo doméstico e um programa de apoio financeiro para famílias e estudantes em dificuldades financeiras.

No Japão, a renda média mensal em 2020 (incluindo o bônus) era de 352.000 ienes (US$ 3.090). Entretanto, os assistentes sociais e as enfermeiras para crianças tinham, respectivamente, um salário médio de 293.000 ienes e 303.000 ienes por mês.

Contudo, a regulamentação do governo sobre os encargos de hospitais e unidades de saúde tem dificultado os aumentos salariais de enfermeiros, mesmo havendo escassez de mão de obra. Nesse caso, como a renda média dos enfermeiros do Japão é mais alta do que a média dos mesmos profissionais em outros setores da saúde, o governo pretende limitar o aumento salarial para aqueles que trabalham em instalações médicas essenciais e de emergência.

Já o programa de  apoio financeiro para aqueles com dificuldades financeiras, o governo pretende ampliar o escopo de famílias com filhos que são elegíveis para receber o subsídios de aluguel. Nesse caso, uma família (um casal com três filhos), o teto da renda familiar será relaxado dos atuais 4,95 milhões de ienes anuais (US$ 43.400) para 6,46 milhões de ienes anuais (US$ 56.670). Isso aumentará o número de famílias que serão beneficiados pelo novo programa de ajuda.

Kishida disse em uma coletiva de imprensa, depois de ser reeleito primeiro-ministro pelo parlamento na última quarta-feira, que o governo fornecerá ajuda de 100.000 ienes (US$ 877) para estudantes com dificuldades financeiras.

A ajuda estudantil será oferecida a estudantes que frequentam universidades, faculdades e faculdades júnior. Os estudantes aptos pelo programa deverão ser aqueles que trabalham em empregos de meio período (ou desempregados) e ser de famílias de baixa renda. Durante o estado de emergência contra o coronavírus no Japão, muitos universitários ficaram sem ou com pouca renda financeira , devido ao corte dos serviços temporários em bares e restaurantes. A nova ajuda auxiliaria os estudantes no pagamento de algumas despesas mensais com estudos.


Fonte: Kyodo News.


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