sexta-feira, 24 de junho de 2022

Fábricas ficarão paradas por mais tempo.

Por falta de peças, Toyota decide estender a suspensão da produção de veículos no Japão.


Nagoya - A montadora Toyota informou nesta quarta-feira, 22 de junho, que irá interromper, por mais tempo, a produção de automóveis de algumas linhas em julho. 

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Por falta de peças, Toyota decide estender a suspensão da produção de veículos no Japão.
A montadora Toyota irá manter a paralisação da produção de veículos, em algumas de suas fábricas, no início de julho. O problema da COVID-19 na China ainda causa problemas no envio de peças para o Japão. Foto: NHK News.

A situação subestimou a empresa que esperava normalizar a produção no próximo mês. Os lockdowns de Xangai ainda continuam provocando problemas para o Japão.

Inicialmente, a Toyota tinha anunciado que suspenderia temporariamente, por até seis dias no início de julho, as linhas de produção de sete fábricas no Japão. Entretanto, a montadora anunciou mudanças e decidiu suspender a produção por até 10 dias, em quatro linhas de duas fábricas na província de Aichi.

O prolongamento da paralisação de algumas linhas é devido ao atraso nas entregas de peças vindas de fornecedores chineses. Os casos de COVID-19 na China ainda causam lentidão na cadeia industrial do mundo.

A Toyota acabou revisando seu plano de produção global do próximo mês, estimando a fabricação de até 800.000 veículos em julho. 

As autoridades de Xangai suspenderam as duras restrições ao coronavírus no início de junho deste ano. No entanto, muitas atividades econômicas da cidade chinesa ainda não voltaram ao normal.

Além da Toyota, outras montadoras japonesas também interromperam as operações de algumas fábricas, incluindo a Subaru e a Daihatsu.


Fonte: NHK News.


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quinta-feira, 23 de junho de 2022

Terremoto no Afeganistão.

Forte tremor de terra deixa centenas de mortos no Afeganistão.


Cabul - Nesta quarta-feira, 22 de junho, um terremoto destruidor abalou uma grande área do Afeganistão, atingindo as províncias orientais de Khost e Paktika (perto da fronteira com o Paquistão). O abalo sísmico ocorreu a cerca de 44 km da cidade de Khost, pouco depois da 1h30 da madrugada (horário local no Afeganistão).

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Forte tremor de terra deixa centenas de mortos no Afeganistão.
Nesta quarta-feira, um forte terremoto atingiu as províncias de Khost e Paktika, no Afeganistão. Mais de 900 pessoas morreram e outras 600 pessoas ficara feridas, por causa do tremor de terra. Foto: Bakhtar News Agency via AP.

Segundo a imprensa do país, calcula-se que mais de 900 pessoas possam ter morrido após o forte terremoto. Mais de 600 pessoas ficaram feridas. Muitas vítimas estavam dormindo quando o chão começou a tremer.

De acordo com os sismólogos, o tremor foi 6,1 de magnitude, a uma profundidade de 51 km. 

A maioria das mortes ocorreu nos distritos de Gayan e Barmal (em Paktika), segundo informações da BBC. Um site de notícias da região atingida informou que uma vila inteira em Gayan foi destruída pelo abalo sísmico. Geralmente, terremotos no Afeganistão causam muitos estragos e mortes no país porque muitas áreas rurais são repletas de residências em situação precária de conservação.

Tremores de terra foram sentidos a mais de 500 km de distância do Afeganistão. Países como Paquistão e Índia também sentiram o terremoto.  

O Talibã pediu as organizações de ajuda humanitária que seguissem para as áreas afetadas pelo terremoto, na região leste do Afeganistão.

A atual infra-estrutura do país não é boa em casos de terremoto. Durante o antigo governo, os serviços de emergência do Afeganistão já estavam sobrecarregados para lidar com desastres naturais, sem aeronaves e helicópteros suficientes para os socorristas. Muitos milhões de dólares em ajuda humanitária já foram cortados desde agosto de 2021, quando o Talibã tomou o comando político do país.


Fontes: NHK News / BBC News.


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