terça-feira, 13 de setembro de 2022

Cadê as lojas do aeroporto?

Aeroporto de Narita está com poucas lojas para atender os turistas que voltam ao Japão.


Tóquio - Agora que os controles de fronteiras do Japão estão sendo aliviados pelo governo, o número de pessoas que passa pelo aeroporto internacional de Narita está aumentando.

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Aeroporto de Narita está com poucas lojas para atender os turistas que voltam ao Japão.
Os viajantes que chegam ao aeroporto internacional de Narita têm deparado com uma nova realidade em seus corredores: lojas fechadas durante a crise do coronavírus, e outras que fecharam recentemente, deixando o ambiente de comércio totalmente vazio. Foto: NHK News. 

Entretanto, os turistas do exterior têm se deparado com uma nova realidade assim que chegam ao Japão: algumas lojas (as duty free shops ou free shops) e restaurantes, que atuavam dentro do aeroporto de Narita, foram obrigadas a encerrar suas atividades comerciais por causa da crise do coronavírus.

A operadora de Narita, que administra o aeroporto, informou que tinha mais de 460 lojas em funcionamento, isso antes da pandemia começar. Durante a crise da COVID-19, quase 20% das lojas encerraram suas operações dentro do aeroporto. Recentemente, em 3 de setembro deste ano, aproximadamente 40% de outra parte dos lojistas também suspenderam suas operações comerciais no mesmo aeroporto.

Até 2019, cerca de 18 milhões de turistas estrangeiros, tanto de chegada como de partida, passavam pelo aeroporto de Narita todos os anos. Entre os anos 2020 e 2021, o número de turistas vindos do exterior foi muito baixo no Japão, devido ao controle rígido das fronteiras japonesas no combate ao coronavírus. A partir da semana passada, o governo japonês autorizou o novo limite diário de entrada de viajantes que entram no país: até 50.000 pessoas. 

Tatsuya Onodera, gerente de um restaurante de sushi dentro do aeroporto de Narita, disse que continua trabalhando para manter a loja aberta. No entanto, se o número de turistas estrangeiros continuar no limite de até 50.000 de pessoas por dia nos aeroportos japoneses, será muito difícil manter o negócio aberto por muito tempo.

Para continuar com o comércio funcionando, a operadora que administra o aeroporto de Narita vem oferecendo descontos no valor do aluguel para os lojistas. Muitas medidas de apoio têm sido usadas para tentar convencer os empresários a manterem, ou reabrirem, suas lojas dentro do aeroporto.


Fonte: NHK News.

 
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segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Misterioso crime sem solução.

Polícia estende o período de recompensa por informações de um assassinato, ocorrido há 26 anos.


Tóquio - A Agência Nacional de Polícia do Japão estendeu, para mais um ano, o período de recompensa por informações que ajudem a resolver um assassinato ocorrido na década de 90.

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Polícia estende o período de recompensa por informações de um assassinato, ocorrido há 26 anos.
Foto do local do crime incendiado (esquerda), foto da vítima Junko Kobayashi (direita, superior) e desenho do provável assassino de Junko (direita, inferior). Depois de 26 anos do crime, a polícia ainda não tem nenhuma pista do principal suspeito do assassinato de Junko. Foto: Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio.

Junko Kobayashi (com 21 anos na época) era uma estudante da universidade de Sophia quando foi morta a facadas dentro de sua casa, na região de Katsushika Ward (Tóquio), em 9 de setembro de 1996. Além de matar a vítima, o assassino botou fogo na casa de Junko e desapareceu sem deixar pistas. 

Desde então, a polícia já interrogou mais de 75.000 pessoas e seguiu mais de 1.100 pistas do crime. Entretanto, a justiça japonesa não solucionou o crime até hoje e nunca conseguiu identificar um suspeito, ou suspeitos, do assassinato.

Segundo a polícia, a única pista é que, por volta das 15h55 do dia do crime, uma testemunha viu um homem, vestido com um casaco de chuva de cor ocre, olhando fixamento para a fachada da casa de Junko, durante um momento de chuva.

Além disso, vestígios de sangue do tipo A foram encontrados na cena do crime pela polícia. As autoridades acreditam que o sangue é do assassino, que pode ter se machucado em uma possível luta com a vítima assassinada.

A polícia do Japão está oferecendo uma recompensa de 3 milhões de ienes (cerca de US$ 21.000) por informações que levem o assassino à prisão. Já a família de Junko está oferecendo mais 5 milhões de ienes (cerca de US$ 35.000) para a solução desse crime sem solução.

Quem tiver informações que ajudem a resolver o mistério, entrar em contato com a delegacia de Kameari pelos telefones: 03-3607-0110 ou 03-3607-9051.


Fonte: Japan Today.


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