sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Carros chineses se espalhando pelo mundo.

China pode ter se tornado o maior exportador de automóveis do mundo.


Tóquio - A Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis divulgou na quinta-feira, 11 de janeiro, os dados anuais de exportação de veículos "made in China". Segundo a entidade, o país exportou um recorde de 4,91 milhões de veículos em 2023.

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China pode ter se tornado o maior exportador de automóveis do mundo.
China pode ter se tornado o maior exportador de automóveis do mundo em 2023, ultrapassando o Japão. O total de exportações japonesas ainda não foi divulgado pela associação do país. Foto: NHK News.

É quase certo que a China tenha ultrapassado o Japão como o maior exportador de automóveis do mundo em 2023. Os dados anuais do Japão ainda não foram divulgados pela associação japonesa. 

Até novembro do ano passado, as exportações de automóveis japoneses chegaram a 3,99 milhões de unidades. Acredita-se que o total das exportações do Japão, entre janeiro e dezembro de 2023, ficará abaixo das exportações da China.

O forte crescimento das exportações chinesas deve-se a um aumento de 70% nas exportações de veículos elétricos (e outros veículos movidos com novos tipos de energia). A cada ano que passa, os "EVs" (veículos elétricos) estão rapidamente tornando-se populares em todo o mundo.

Outro fator que ajudou os chineses a exportarem mais automóveis foi a Rússia. Enquanto todas as montadoras importantes do mundo saíram do mercado automobilístico russo, os chineses entraram com tudo. Muitas empresas deixaram a Rússia por causa da invasão russa na Ucrânia, iniciada em 2022.

As montadoras chinesas também têm aumentado suas vendas de veículos  elétricos nos países do Sudeste Asiático. Com o aumento da concorrência chinesa, as montadoras japonesas estão tendo um grande desafio pela frente. Durante anos, os japoneses tiveram elevadas vendas nos mercados das Filipinas, Indonésia, Malásia e Cingapura, por exemplo.

Em relação ao mercado interno chinês, a associação chinesa informou que as vendas domésticas de veículos novos do país em 2023 atingiram um recorde de vendas: mais de 30 milhões de unidades. Isso representa um aumento de vendas de 12% em relação ao ano anterior. E o que contribuiu para esse aumento gigantesco em vendas foi a forte demanda mundial por veículos elétricos.


Fonte: NHK News.


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quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Veículos elétricos da Honda.

Montadora japonesa lançará seus primeiros EVs no mercado americano.


Las Vegas - A Honda Motors anunciou esta semana que irá lançar sua linha de veículos elétricos (EV) em 2026. O desenvolvimento de seus próprios carros elétricos está sendo o primeiro passo da montadora Honda, que deseja expandir sua participação no mercado global de EVs.

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Montadora japonesa lançará seus primeiros EVs no mercado americano.
A Honda Motors apresentou em uma feira de tecnologia  em Las Vegas, Estados Unidos, sua primeira  linha de veículos elétricos. Eles serão comercializados a partir de 2026 no mercado americano. Foto: NHK News.

Durante a feira anual de tecnologia (CES - Consumer Electronics Show) na cidade de Las Vegas, Estados Unidos, a montadora japonesa revelou dois modelos-conceito, nomeados como "Honda Série 0".

A empresa planeja introduzir os primeiros modelos na América do Norte, antes de lançá-los no mercado asiático e em outros países.

Segundo a Honda, seus veículos elétricos terão uma bateria leve e eficiente, combinada com uma estrutura pequena. Essa nova tecnologia permitirá que o carro percorra mais de 480 km com uma única carga de bateria.

Em 2022, a montadora japonesa iniciou o desenvolvimento de veículos elétricos baratos com a General Motors (montadora norte-americana), para começar as vendas em 2027. Mas a parceria durou  pouco tempo: até outubro do ano passado. 

De acordo com a imprensa, a GM teria desistido da parceria com a Honda por dois motivos. O primeiro motivo é que a empresa americana afirmou baixa rentabilidade com a venda de carros elétricos de baixo custo, por conta da cadeia produtiva complicada. O segundo motivo foi a greve geral dos trabalhadores das montadoras nos EUA, gerando grandes prejuízos para a GM.


Fontes: NHK News / Auto Esporte.


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