terça-feira, 19 de julho de 2022

Relações complicadas.

Japão e Coréia do Sul realizam reuniões ministeriais, em busca de uma resolução de assuntos do passado.


Tóquio - Os ministros das Relações Exteriores do Japão e da Coréia do Sul se reuniram em Tóquio para uma conversa, com portas fechadas, nesta segunda-feira. Acredita-se que os dois ministros tenham discutido questões bilaterais perdentes entre os dois países.

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Japão e Coréia do Sul realizam reuniões ministeriais, em busca de uma resolução de assuntos do passado.
Park Jin (esquerda) e Yoshimasa Yoshida (direita), ambos ministros das Relações Exteriores da Coréia do Sul e do Japão, respectivamente. Eles se reuniram em Tóquio nesta segunda-feira, para uma conversa sobre questões pendentes entre os dois países. Foto: NHK News.

Yoshimasa Yoshida e Park Jin se encontraram pela primeira vez para uma reunião diplomática, desde que o presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol assumiu o cargo em maio deste ano.

A nova administração presidencial sul-coreana expressou seu compromisso de melhorar as relações políticas com o Japão. Analistas em política afirmam que os laços diplomáticos, entre os dois países, estão em seu ponto mais baixo desde o período do pós-guerra.

Park Jin é o primeiro ministro das Relações Exteriores da Coréia do Sul a visitar o Japão. O último encontro entre os dois países foi numa reunião ministerial dos países do G20, realizado em Nagoya há 3 anos atrás. 

A reunião entre os dois ministros nesta segunda-feira, seguida de um jantar de trabalho, durou mais de duas horas e meia.

Os detalhes da conversa ainda não foram divulgados. É bem provável que os dois ministros tenham trocado opiniões sobre os problemas persistentes da guerra passada, como a polêmica questão das chamadas "mulheres de conforto", e sobre outros assuntos bilaterais pendentes.

O ministro sul-coreano permanecerá no Japão até quarta-feira, 20 de julho. Autoridades dos dois países estão atualmente organizando uma reunião entre Park Jin e o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida.


Fonte: NHK News.


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segunda-feira, 18 de julho de 2022

Tóquio ficou em nono lugar.

As cidades mais caras do mundo para expatriados viverem.


Tóquio - Este mês saiu a pesquisa anual do custo de vida das cidades mais caras do mundo, direcionada para pessoas que trabalham no exterior. A cidade de Tóquio aparece em nono lugar este ano, caindo seis posições em relação à pesquisa do ano passado.

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As cidades mais caras do mundo para expatriados viverem.
A cidade de Tóquio está em nona posição entre as cidades mais caras do mundo para um estrangeiro viver, segundo a pesquisa da Mercer de 2022. Na foto, a região de Shibuya, Tóquio. Foto: Wikimedia Commons.

De acordo com a pesquisa da empresa de consultoria americana Mercer, Tóquio ficou "mais barata para um estrangeiro viver" devido (em parte) ao enfraquecimento do iene em relação ao dólar americano, e também pela sua desvalorização em relação às outras importantes moedas mundiais.

O resultado da pesquisa da Mercer deste ano foi impactado com os efeitos da pandemia do coronavírus (terceiro ano consecutivo que o mundo ainda convive com o vírus), as consequências da invasão russa na Ucrânia, as variações das taxas de câmbio no mundo e a inflação mundial que pressiona os salários e as economias de vários países.

A cidade mais cara de se viver em 2022 é Hong Kong (China), retornando a liderança depois de ceder a liderança de 2021 para a cidade de Ashgabat, em Turcomenistão. Entre 2018 e 2020, Hong Kong liderou a lista por 3 anos consecutivos, como a cidade mais cara do mundo para estrangeiros.

Além de Hong Kong (em primeiro lugar) e Tóquio (em nono lugar), mais duas cidades asiáticas ocupam a lista das 10 mais caras do mundo: Cingapura (em oitavo lugar) e Pequim (em décimo lugar).

Tracey Ma, líder de mobilidade regional da Mercer para a Ásia-Pacífico, disse o seguinte sobre a presença das quatro cidades asiáticas na lista deste ano: "Devido aos preços altos e às moedas fortes em alguns países asiáticos, a região da Ásia continua a figurar como um dos lugares mais caros do mundo para funcionários internacionais".

Entre a segunda e a quinta posição da lista 2022 da Mercer, quatro cidades da Suíça se destacam (e são as únicas da Europa entre as 10 primeiras posições): Zurique (segundo lugar), Genebra (terceiro lugar), Basileia (quarto lugar) e Berna (quinto lugar).

Fechando a lista das 10 primeiras, Tel Aviv (Israel) aparece em sexto lugar e Nova York (Estados Unidos) ficou em sétimo lugar este ano.

A cidade de Nova York voltou a lista das 10 mais caras do mundo este ano, depois aparecer na 14ª posição na pesquisa de 2021. A cidade chinesa de Xangai, que apareceu em sexto lugar no ano passado, ficou em 12ª lugar este ano, saindo das dez primeiras posições da pesquisa da Mercer.


Fonte: The Mainichi.

 
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