segunda-feira, 24 de junho de 2024

Nasceu no banheiro, morreu no carro.

Mulher é presa por abandonar o corpo de uma bebê dentro de um carro.


Gifu - A polícia da cidade de Seki, província de Gifu, prendeu uma mulher de 22 anos por deixar sua filha recém-nascida morrer dentro de um carro. O caso aconteceu em fevereiro deste ano.

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Mulher é presa por abandonar o corpo de uma bebê dentro de um carro.
Na sexta-feira, 21 de junho, a polícia de Seki, província de Gifu, prendeu uma mulher de 22 anos por abandonar o corpo de sua bebê recém-nascida dentro do carro. O caso foi descoberto porque a mulher confessou o parto e o abandono para a sua mãe, que telefonou para a polícia.

Segundo informações da polícia, Momoka Yamaguchi deu à luz uma menina no banheiro da casa de um parente, entre 21h e 22h, no dia 16 de fevereiro. Depois disso, a mulher pegou a bebê e a colocou dentro de seu carro, onde ela ficou a maior parte da noite (provavelmente passando frio no inverno rigoroso do Japão). Estima-se que a menina tenha morrido por volta das 3 horas da manhã do dia seguinte.

A mãe de Yamaguchi chamou a polícia, depois que sua filha lhe contou que deu à luz uma criança e a deixou no carro. Uma autópsia da bebê mostrou que a causa da morte foi insuficiência respiratória. A reportagem não explica bem o caso, mas está parecendo que o cadáver da bebê só foi descoberto recentemente, após a mulher confessar para a mãe que tinha deixado o corpo da recém-nascida dentro do carro por 4 meses.

Yamaguchi só foi presa pela polícia na última sexta-feira, 21 de junho. Ela disse para a polícia que o pai da criança era um homem com quem ela tinha tido um relacionamento. Ela descobriu que estava grávida depois que eles terminaram o namoro.

A mãe de Yamaguchi disse que ninguém da família sabia que a filha estava grávida. Momoka Yamaguchi morava com os pais e cinco irmãos na mesma casa. Ela não reclamava de nenhuma alteração em sua saúde, como enjoos matinais. Durante a gravidez secreta, Yamaguchi continuou trabalhando normalmente.

Além disso, a polícia também informou que Yamaguchi, após o parto, colocou o bebê no carro e queria levá-la ao hospital, mas não sabia para onde ir. Nikkey ON!: Talvez por medo e vergonha de ser julgada pela família, e pelas pessoas, de que havia se tornado mãe solteira? 


Fonte: Japan Today.


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domingo, 23 de junho de 2024

Discriminado por ser de Israel?

Hotel no Japão cria polêmica ao recusar acomodação para um israelense.


Kyoto - O governo municipal de Kyoto informou na última sexta-feira, 21 de junho, que um hotel da cidade recusou uma acomodação para um homem de cidadania israelense. O estabelecimento justificou a recusa afirmando que o indivíduo poderia ter laços com os militares de seu país e com o conflito armado na Faixa de Gaza.

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Hotel no Japão cria polêmica ao recusar acomodação para um israelense.
Hotel de Kyoto onde um cidadão israelense teve seu pedido de acomodação recusado por discriminação de um funcionário. Autoridades locais alertaram o estabelecimento verbalmente, afirmando que não há uma razão legítima para negar uma acomodação. Foto: FNN.

As autoridades governamentais de Kyoto informou ao Hotel Material, localizado no bairro de Higashiyama, que tal ato viola uma lei que proíbe hotéis, e outras instalações, de se recusarem a acomodar visitantes, exceto em circunstâncias especiais.

A Embaixada de Israel em Tóquio criticou a ação do hotel, chamando o incidente de "um caso claro de discriminação que não está em conformidade com a lei comercial do Japão."

"Este grave incidente pode estar relacionado com opiniões políticas pessoais de um funcionário, sendo inaceitável sob qualquer medida. É crucial que o hotel leve esta questão a sério, evitando mais danos morais e defendendo os valores de respeito e igualdade", afirmou a Embaixada de Israel num comunicado divulgado na sexta-feira.

Depois de investigar o assunto, a prefeitura de Kyoto disse que a justificativa do hotel para rejeitar a reserva online do israelense "não é uma razão legítima para negar uma acomodação".

Na quinta-feira, 20 de junho, o hotel foi alertado verbalmente pelas autoridades sobre o ato ilegal de discriminação que a vítima sofreu. Na sexta-feira, o estabelecimento recebeu um documento por escrito sobre o caso.

O hotel Material não quis comentar o caso com a imprensa. O estabelecimento só informou que seu advogado está cuidando da situação.

A Ministra das Relações Exteriores do Japão, Yoko Kamikawa, ficou sabendo do caso e disse que é "inaceitável" recusar acomodações com base da nacionalidade.

"Esperamos que todos os visitantes possam participar de diversas atividades no Japão, sentindo-se seguros", afirmou Kamikawa em uma coletiva de imprensa.


Fonte: Kyodo News.


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