segunda-feira, 28 de junho de 2021

Um pouco menos cara para viver.

Pesquisa anual revela que Tóquio é a 4º cidade mais cara do mundo para estrangeiros viverem.


Tóquio - Em uma pesquisa anual feita por uma empresa de consultoria dos Estados Unidos, Tóquio foi classificada como a quarta cidade mais cara do mundo para expatriados, caindo uma posição em relação ao ano passado.

Pesquisa anual revela que Tóquio é a 4º cidade mais cara do mundo para estrangeiros viverem.
Neste ano, Tóquio é considerada a 4º cidade mais cara do mundo para expatriados viverem. Foto: Getty Images.

A cidade Ashgabat, capital do Turcomenistão, liderou a lista das cidades mais caras do mundo para expatriados deste ano,  sendo segundo colocada do ano passado. A cidade de Hong Kong ficou em segundo lugar este ano, sendo a mais cara do mundo no ano passado. A pesquisa de custo de vida mundial é feita pela empresa americana de gestão de ativos Mercer. A classificação dos países na lista  deste ano foi muito influenciada pela pandemia mundial do coronavírus, com implicações econômicas, políticas e de saúde pública.

Neste ano, a cidade de Zurique ficou em quinto lugar na pesquisa, caindo uma posição. A cidade de Xangai ficou em sexto lugar, subindo uma posição. Já a cidade de Cingapura, ficou na sétima posição, caindo duas posições em relação a pesquisa do ano passado.

O que chamou a atenção foi a cidade de Beirute. Ela ficou em terceiro lugar este ano, subindo 42 posições em relação à pesquisa do ano anterior. O que fez Beirute ficar em terceiro lugar foi a crise financeira e a grande explosão no porto da cidade em 2020 que provocou a destruição de várias casas e prédios da região. 

A empresa de consultoria Mercer disse que a pandemia continua a causar perturbações na mobilidade das pessoas internacionalmente, levando muitas empresas a reavaliar o gerenciamento da força de trabalho móvel num mundo pós-pandemia.

"A pandemia da COVID-19 criou uma nova camada de complexidade. E também provocou implicações de longo prazo relacionadas à saúde e segurança das pessoas, trabalho remoto e políticas de flexibilidade, e entre outras considerações", disse Ilya Bonic, presidente de carreira e chefe de estratégias da Mercer.

"Conforme as organizações repensam suas estratégias de mobilidade e talento, dados precisos e transparentes são essenciais para remunerar os funcionários de forma justa por todos os tipos de atribuições", acrescenta Bonic em um comunicado à imprensa.

A pesquisa anual de custo de vida mundial para expatriados classifica 209 cidades com base comparativa das despesas como moradia, transporte, alimentação e entretenimento. A cidade de Nova Iorque é usada como base de comparação e os movimentos cambiais medidos em relação ao dólar americano.

Em relação à cidade de Nova Iorque, ela ficou em 14º lugar da pesquisa internacional deste ano, oito posições abaixo do ano passado. Dentro dos Estados Unidos, Nova Iorque é a cidade mais cara para os trabalhadores estrangeiros. Na pesquisa mundial, outras cidades americanas se destacam, como Los Angeles (20º lugar) e San Francisco (25º lugar).

As outras três cidades posicionadas entre as 10 da lista de custo de vida são: Genebra (8º lugar), Pequim (9º lugar) e Berna, capital da Suíça (10º lugar).


Fonte: Kyodo News.



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domingo, 27 de junho de 2021

Não quero ser vacinado.

Pesquisa mostra que 11% das pessoas no Japão não querem tomar a vacina contra a COVID-19.


Tóquio - No dia 25 de junho, o Centro Nacional de Neurologia e Psiquiatria do Japão anunciou os resultados de uma pesquisa onde um total de 11,3% dos entrevistados responderam que não queriam tomar a vacina contra o coronavírus. Cerca de 73,9% dos que relutam em tomar a vacina disseram ter medo de reações adversas que a vacina pode provocar  no organismo.

Pesquisa mostra que 11% das pessoas no Japão não querem tomar a vacina contra a COVID-19.
11% das pessoas no Japão não querem ser vacinadas. Segundo a pesquisa, recusa é maior entre os jovens. Foto: Shutterstock.

A pesquisa foi feita online entre 8 e 26 de fevereiro deste ano, com a assistência de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Fukushima, da Universidade de Osaka e de outras instituições. Cerca de 26.000 pessoas de todo o Japão responderam a pesquisa.

Segundo a pesquisa, 15,6% das mulheres entrevistadas, com até 39 anos, afirmaram que não querem tomar a vacina. Entre os homens entrevistados na mesma faixa etária, 14,2% disseram que também não irão se imunizar contra o coronavírus. Ambos os resultados foram superiores aos de suas contrapartes com idades entre 40 e 64 anos, e entre 65 e 79 anos.

Ao explicar o porquê em um campo da pesquisa que aceita respostas com várias alternativas, outras razões, além das preocupações com as reações adversas, foram citadas: 19,4% dos entrevistados selecionaram "Não acho que a vacina será tão eficaz", 8,8% das pessoas responderam "Não tenho tempo para ser vacinado", e 7,7% dos pesquisados afirmaram "Não acho que vou ser infectado".

O centro apontou que mais de 80% dos entrevistados em grupos de idade avançada mencionaram preocupações sobre reações adversas às vacinas. O grupo de idosos da pesquisa acredita que eles têm maiores chances de desenvolver sintomas graves de COVID-19. Os idosos eram mais propensos do que os jovens ao mencionar essas preocupações. Sobre este ponto, o Centro Nacional de Neurologia e Psiquiatria do Japão afirmou: "É necessário fornecer informações precisas sobre a vacinação e o coronavírus, reduzindo assim a ansiedade das pessoas".


Fonte: The Mainichi.



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