terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Povo vs. Governo chinês.

Em meio a protestos, China começa a relaxar parcialmente as restrições anti-COVID.


Pequim -  A partir desta segunda-feira, 5 de dezembro, as autoridades chinesas começaram a afrouxar algumas medidas da política restritiva contra a COVID-19, em todo território chinês.

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Em meio a protestos, China começa a relaxar parcialmente as restrições anti-COVID.
Nesta segunda-feira, 5 de dezembro, o governo da China iniciou o relaxamento das restrições da política do "Zero-COVID" em várias cidades chinesas. Depois de protestos em todo país, as autoridades chinesas decidiram atender parcialmente ao desejo do povo, aliviando um pouco a insatisfação pública. Foto: NHK News.

A medida de relaxamento ocorre quando o governo da China indicou sua intenção, na semana passada, de otimizar as medidas anti-coronavírus. Recentemente, a estrita política do "Zero-COVID" provocou protestos da população, em várias cidades chinesas.

Na cidade de Xangai, os requisitos de teste PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) para transportes públicos (em trens e metrôs) e instalações públicas ao ar livre (em parques públicos) foram suspensos nesta segunda-feira.

Em Pequim, os requisitos de teste PCR também foram suspensos para o acesso de ônibus e metrô.

No entanto, as pessoas em ambas as cidades ainda devem fazer testes PCR, de tempo em tempo. O resultado negativo deve ser mostrado em diversos lugares, para ter acesso a instalações comerciais e prédios de escritórios.

A cidade de Guangzhou, no sul da China, também facilitou significativamente suas medidas de bloqueio, após confrontos ocasionais entre moradores e a polícia.

O governo chinês, aparentemente, espera que o afrouxamento das restrições ajude a aliviar a insatisfação pública, impulsionando lentamente a recuperação econômica do país.


Fonte: NHK News.


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segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Detidas por abuso de crianças.

Polícia prende 3 ex-professoras de creche por violência infantil.


Shizuoka - Neste domingo, 4 de dezembro, três ex-professoras que trabalhavam em uma creche na cidade de Susono, província de Shizuoka, foram presas por suspeita de abuso de crianças.

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Polícia prende 3 ex-professoras de creche por violência infantil.
Neste domingo, investigadores da polícia retiraram vários documentos da creche Sakura, em Susono (Shizuoka), para encontrar provas do caso de violência infantil na instituição de ensino. Foto: Kyodo News.

As supostas agressões ocorreram quando as três mulheres trabalhavam na creche Sakura. Na última quarta-feira, 30 de novembro, foi divulgado na cidade de Susono que as ex-professoras estavam envolvidas em 15 casos de abuso infantil, entre junho e agosto deste ano. 

Segundo as investigações, os abusos consistiam em segurar as crianças de cabeça para baixo pelos pés, gritar e dar tapas nos rostos dos menores. As mulheres presas admitiram o comportamento abusivo. Elas, inclusive, forçavam as crianças a tirar as calças à força como punição e, uma delas, já ameaçou um aluno de 4 anos com um estilete. Elas disseram à polícia que estavam tentando disciplinar as crianças. 

Em novembro, as professoras envolvidas no caso pediram o desligamento do trabalho na creche. Elas eram responsáveis pela turma de crianças com 1 ano de idade. 

A polícia suspeita que os abusos eram contínuos na creche. Agentes da polícia foram até o local neste domingo, para buscar documentos que comprovem a violência contra as crianças. De acordo com denúncias, a creche Sakura fez com que os demais funcionários da instituição assinassem um juramento, garantindo que eles não falassem para ninguém dos abusos violentos que ocorreram lá dentro.

Autoridades municipais, e da província, iniciaram uma auditoria especial na creche, no último sábado. O diretor da instituição, Toshihiko Sakurai, foi questionado pelas autoridades. Eles também pediram ao diretor os registros de trabalho das três ex-professoras envolvidas no caso. 

A violência na creche só foi trazida à tona pela imprensa recentemente. A cidade de Susono recebeu uma denúncia, sobre atitudes abusivas de professores, em agosto deste ano. Mantendo sigilo por três meses, as autoridades locais se reuniram primeiro com o diretor Sakurai, para uma investigação preliminar do caso.


Fonte: Kyodo News.

   
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