domingo, 12 de fevereiro de 2023

Chinesa compra ilha japonesa.

A "compra" de uma ilha em Okinawa, por uma mulher chinesa, causa rebuliço nas redes sociais.


Beijing - Uma postagem recente, numa rede social chinesa, provocou um grande burburinho entre os usuários da China. De acordo com a publicação, uma mulher chinesa afirma ter comprado uma ilha desabitada na província de Okinawa, no Japão. 

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A "compra" de uma ilha em Okinawa, por uma mulher chinesa, causa rebuliço nas redes sociais.
Em um vídeo postado recentemente nas redes sociais, uma mulher chinesa afirma ter comprado terras na ilha Yanaha, em Okinawa - Japão. A postagem causou um maior reboliço entre os usuários chineses, pois a população chinesa não pode possuir terras em seu próprio país. Foto: Kyodo News. 

A chinesa, de 30 anos, disse à mídia chinesa que uma empresa administrada por seu parente chinês comprou parte da ilha Yanaha, localizada ao norte da ilha principal de Okinawa.

Segundo os registros públicos no Japão, parte da ilha Yanaha pertence a uma empresa de consultoria com sede em Tóquio. Funcionando desde fevereiro de 2021, essa empresa é especializada em negócios vindos da China.

Em Okinawa, um escritório na ilha Izena, que supervisiona a ilha Yanaha, informou que a empresa chinesa de consultoria possui cerca de 50% das terras do pequeno arquipélago. 

As praias do local são mantidas, em sua maioria, pelo governo local do Japão. A ilha Yanaha é muito popular pelos turistas que praticam pesca e camping, de acordo com o escritório em Izena.

No final de janeiro deste ano, a chinesa postou um vídeo nas redes sociais, mostrando sua primeira visita "em sua propriedade". Um residente da ilha Izena levou a chinesa, e sua amiga, para uma viagem de barco (de ida e volta) à ilha Yanaha. As duas chinesas ficaram por várias horas no arquipélago, tirando fotos e filmando a paisagem local.

Para provar que a ilha pertence "aos chineses", um documento comprovatório (com o nome da empresa chinesa de consultoria) é mostrado em um vídeo postado na rede. Segundo o site da mesma empresa, afirma-se que parte da ilha foi adquirida pela consultoria chinesa.

Conforme os registros públicos e fontes familiarizada no assunto, a ilha Yanaha mudou de proprietário por várias vezes, até a entrada dos chineses.

Na China, a população chinesa não pode possuir terras. A postagem da chinesa, como a nova "proprietária da ilha Yanaha", provocou comoção e inveja entre os usuários chineses da rede social. Algumas pessoas chegaram a comentar, ironicamente, que a pequena ilha japonesa é "uma nova expansão do território chinês".

Entre outros comentários irônicos, alguns usuários, da mesma rede social, comentaram se a chinesa não poderia comprar também as ilhas Senkaku, localizadas no Mar da China Oriental e controladas pelo Japão. As ilhas Senkaku (que são chamadas de Daioyu pelos chineses) são reivindicadas pela China a anos, sempre discordando que a posse desses arquipélagos seja dos japoneses.


Fonte: Kyodo News.


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sábado, 11 de fevereiro de 2023

Uso de máscaras será optativo.

Governo irá aliviar as diretrizes da COVID-19, relaxando o uso de máscaras faciais no Japão.


Tóquio - Nesta sexta-feira, 10 de fevereiro, o governo japonês decidiu aliviar drasticamente as diretrizes da COVID-19 para a população do país. Agora, a mudança está relacionada ao uso de máscaras faciais, que será recomendado só em alguns casos.

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Governo irá aliviar as diretrizes da COVID-19, relaxando o uso de máscaras faciais no Japão.
O governo japonês decidiu aliviar as diretrizes da COVID-19, relaxando o uso de máscaras faciais no país, a partir de 13 de março. Foto: NHK News.

A partir de 13 de março, as pessoas poderão fazer suas próprias escolhas sobre o uso de máscaras faciais, tanto em ambientes internos como externos. A atual diretriz japonesa, no combate ao coronavírus, recomenda apenas o uso de máscaras em ambientes fechados.

Entretanto, as autoridades japonesas planejam recomendar o uso de máscaras faciais somente em consultórios médicos e no transporte público (quando estiver lotado de pessoas).

Além disso, o governo irá enfatizar que as máscaras são eficazes na proteção de pessoas com maior risco de doenças graves. No caso de algum membro da família com COVID-19, será aconselhado que a pessoa infectada evite sair de casa. Se for necessário sair, essa pessoa deverá usar máscara facial em locais públicos. 

Quanto às escolas, o governo pretende não exigir, a partir de 1ª de abril, que os estudantes usem máscaras faciais em atividades escolares. O uso de máscaras nas escolas será optativo. 

Também foi decidido na semana anterior, através do primeiro-ministro Fumio Kishida, que os professores e os alunos formandos poderão ficar sem máscaras faciais durante as cerimônias de formatura, marcadas para o próximo mês.

Atualmente, o Ministério da Educação do Japão recomenda que os estudantes usem máscaras faciais dentro das escolas, sempre que for difícil manter o distanciamento social. Durante as atividades ao ar livre, o uso de máscaras não é considerado necessário para os estudantes.


Fontes: NHK News / The Mainichi.


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