quarta-feira, 4 de outubro de 2023

Calor insistente.

Japão sofreu com o mês de setembro mais quente já registrado no país.


Tóquio - Depois do calor recorde em julho e agosto deste ano, o Japão também experimentou o setembro mais quente já registrado pela agência meteorológica do país.

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Japão sofreu com o mês de setembro mais quente já registrado no país.
A Agência Meteorológica do Japão (JMA) informou que o país sofreu o mês de setembro mais quente já registrado nos últimos 125 anos, com temperatura média de 24,91 graus Celsius. Foto: Masaru Komiyaji. 

Segundo os dados oficiais, a temperatura média em setembro foi de 24,91 graus Celsius. Essa foi a média mais alta que o Japão já registrou nos últimos 125 anos. O recorde anterior foi em 2012, quando a temperatura média foi de 23,76 graus Celsius. Em 1999, a temperatura chegou a 23,68 graus Celsius.

"A onda de calor foi causada por sistemas de alta pressão do Oceano Pacífico e pelo o aquecimento global",  informou a Agência Meteorológica do Japão (JMA).

O calor do verão continuou até meados de setembro, quando as temperaturas caíram brevemente  e voltaram a subir no final do mês. A agência meteorológica também prevê temperaturas elevadas em outubro, infelizmente.

A temperatura média foi baseada em registros de 15 locais menos urbanizados do Japão, que inclui a cidade de Choshi (província de Chiba) e a cidade de Hikone (província de Shiga). A JMA calcula a temperatura média do país com base nos dados desses pontos de observação.  

As grandes cidades japonesas experimentaram temperaturas ainda mais elevadas em setembro, com a temperatura média de 27,23 graus Celsius em localidades como: Tóquio, Nagoya, Osaka e Fukuoka. Essa média superou o recorde anterior, que foi de 26,36 graus Celsius em 2007.


Fonte: The Asahi Shimbun.


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terça-feira, 3 de outubro de 2023

Prêmio Nobel de Medicina 2023.

Dois cientistas ganham o Prêmio Nobel pela descoberta da vacina contra a COVID-19.


Estocolmo - Nesta segunda-feira, 2 de outubro, os membros da Assembleia do Nobel no Instituto Karolinska decidiram atribuir o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2023 para os cientistas Katalin Kariko e Drew Weissman.

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Dois cientistas ganham o Prêmio Nobel pela descoberta da vacina contra a COVID-19.
Os vencedores do Nobel de Medicina deste ano foram a bioquímica húngara Katalin Kariko e o pesquisador americano Drew Weissman. Eles foram os responsáveis pela descoberta da vacina contra a COVID-19. Foto: NHK News.

Os dois pesquisadores foram responsáveis por suas descobertas sobre nucleósidos, com base em modificações que permitem o desenvolvimento de vacinas de mRNA. O trabalho conjunto de Kariko e Weissman contribuiu para o rápido combate ao vírus da COVID-19, durante a pior fase da pandemia do coronavírus pelo mundo.

Katalin Kariko é uma bioquímica húngara/americana e Drew Weissman é um pesquisador americano da Universidade da Pensilvânia.

A Assembléia do Nobel afirma que suas  descobertas foram fundamentais para o desenvolvimento de vacinas eficazes de mRNA (RNA mensageiro).

De acordo com Rickard Sandberg, membro da Assembleia do Nobel no Instituto Karolinska, as descobertas dos dois cientistas mudaram fundamentalmente a nossa compreensão de como o RNA mensageiro interage com o nosso sistema imunológico. Kariko e Weissman ajudaram a enfrentar uma das maiores ameaças à saúde humana nos tempos modernos.

Os ganhadores do Nobel de Medicina dividirão um prêmio de 11 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 5 milhões), além de receber os diplomas e as  medalhas de ouro de 18 quilates. O rei sueco entregará os prêmios em uma cerimônia em Estocolmo no dia 10 de dezembro, aniversário da morte de Alfred Bernhard Nobel, seguida de um luxuoso banquete.


Fontes: NHK News / UOL.


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