sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Casos de COVID-19 na equipe japonesa.

Duas pessoas da equipe olímpica do Japão testam positivo para o coronavírus.


Pequim - O comitê olímpico do Japão em Pequim informou na quarta-feira, 2 de fevereiro, que um esquiador japonês testou positivo para a COVID-19. O caso aconteceu depois que ele chegou à capital chinesa na última terça-feira.

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Duas pessoas da equipe olímpica do Japão testam positivo para o coronavírus.
Durante esta semana, surgiram os primeiros casos de coronavírus na equipe olímpica do Japão em Pequim. Foto: NHK News.

O atleta, que não teve a identidade revelada, partiu do Japão com o resultado negativo do teste para o coronavírus. Entretanto, assim que chegou ao aeroporto de Pequim, ele fez um novo teste de PCR após o desembarque e o seu resultado acabou dando positivo. O caso do atleta japonês é assintomático e ele está isolado sob observação médica.

Um outro caso de COVID-19 na equipe japonesa ocorreu no meio desta semana, com o técnico da patinação de velocidade, Johan de Wit. Na quinta-feira, 3 de fevereiro, ele informou, através de sua conta no Twitter, que recebeu o resultado positivo de seu teste PCR na China. Ele imediatamente se isolou num hotel  para casos assintomáticos em Pequim.

De Wit disse o seguinte no seu Twitter: "Sinto muito pelos atletas e a equipe que estão se preparando para suas competições olímpicas. Vou apoiá-los à distância".

Natural da Holanda, Johan de Wit é o treinador principal da equipe japonesa de patinação de velocidade desde 2015. Ele estava trabalhando com a patinadora japonesa Miho Takagi (vencedora de 3 medalhas nos Jogos de Inverno de PyeongChang de 2018) e com as patinadoras de perseguição por equipes feminina.

Na última segunda-feira, De Wit chegou a trabalhar com os seu patinadores em uma sessão de treinos. Já na quarta-feira, ele não foi mais à concentração após o seu resultado positivo.


Fonte: NHK News.


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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Jogos de Pequim 2022.

Começou o revezamento da tocha olímpica dos Jogos de Inverno na China.


Pequim - Na quarta-feira, 2 de fevereiro, foi dado o início do revezamento da tocha olímpica dos Jogos de Inverno na cidade de Pequim, China. Embora o governo chinês esteja trabalhando duro para o sucesso dos jogos, o país está se preparando para sediar o evento esportivo com alguns desafios pela frente: a pandemia do coronavírus e os boicotes diplomáticos entre alguns países participantes.

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Começou o revezamento da tocha olímpica dos Jogos de Inverno na China.
O astronauta chinês Jing Haipeng segura a tocha olímpica durante o revezamento em Pequim. Foto: AFP.

Antes da cerimônia de abertura na sexta-feira, mais de 1.000 personalidades da China estarão ajudando no revezamento da tocha olímpica pelas áreas de competição em Pequim e na cidade vizinha Zhangjiakou (sede das modalidades esqui cross-country e saltos de esqui).

A participação do público para ver a passagem da tocha olímpica está sendo estritamente limitada. A China está incentivando seu povo a acompanhar o evento pela televisão ou via online pela internet, evitando assim as aglomerações nas ruas.

De acordo com o jornal Diário de Pequim, os três primeiros participantes do revezamento da tocha olímpica foram: Luo Zhihuan (de 80 anos, ex-patinador de velocidade que conquistou a primeira medalha para China num esporte de inverno, durante um campeonato mundial de 1963), Jing Haipeng (astronauta chinês) e Ye Peijian (chefe de design do programa chinês de exploração lunar).

A jornada da tocha até a capital de Pequim começou em outubro do ano passado, com a cerimônia de acendimento da chama olímpica na Grécia. Entretanto, nas redondezas da cidade de Atenas, muitos ativistas protestaram contra a China com faixas, acusando o país de abusos dos direitos humanos sobre o seu próprio povo.

Vários países (incluindo Estados Unidos, Austrália, Grã-Bretanha e Canadá) anunciaram boicotes diplomáticos aos Jogos de Pequim. Segundo informações, a China tem um histórico de  abusos contra às minorias mulçumanas uigures em Xinjiang e uma repressão aos dissidentes, de Hong Kong, que são  contrários ao regime chinês.

Pequim condenou o boicote diplomático. O governo chinês está determinado em realizar os Jogos de Inverno com grande êxito, tentando enaltecer sua reputação internacional.

A China não está se arriscando muito com as Olimpíadas de Pequim. O país está determinado em buscar uma estratégia para o "COVID-Zero". Todo o evento será realizado dentro de uma "bolha" estritamente selada, sem contato dos participantes dos jogos com o público, evitando possíveis infecções por coronavírus entre as pessoas.


Fonte: Japan Today.


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