sexta-feira, 3 de maio de 2024

Economia não cresce devido à xenofobia.

Presidente dos EUA chama o Japão de "xenófobo" em evento de campanha eleitoral.


Washington - Durante esta semana, a imprensa norte-americana informou que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, culpou a xenofobia pelos problemas econômicos no Japão e em outros países. Além disso, ele também argumentou que a economia dos EUA está crescendo porque o país aceita imigrantes.

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Presidente dos EUA chama o Japão de "xenófobo" em evento de campanha eleitoral.
Segundo as agências de notícias dos EUA, o presidente Joe Biden teria dito que o Japão está tendo problemas econômicos porque é um país xenófobo. Além do Japão, Biden também citou a China, a Rússia e a Índia, como países que não aceitam imigrantes por causa da xenofobia. Foto: NHK News.

Biden teria feito os comentários durante um evento de arrecadação de fundos para sua campanha de reeleição 2024, realizado na quarta-feira (1 de maio) em Washington.

De acordo com a agência de notícias Reuters, Biden teria dito que uma das razões pelas quais a economia dos Estados Unidos está crescendo é porque acolhe os imigrantes.

O presidente norte-americano também falou o seguinte: "Por que a China está tão estagnada economicamente? Por que o Japão está tendo problemas econômicos? Por que a Rússia e a Índia também estão tendo problema em suas economias? Porque eles são xenófobos. Esses países não querem imigrantes. Os imigrantes são as pessoas que tornam os Estados Unidos mais fortes."

A agência norte-americana de notícias Bloomberg também noticiou os comentários de Joe Biden. Segundo a agência, embora Biden já tenha vinculado os problemas econômicos da China, por causa de sua relutância em aceitar imigrantes, desta vez o presidente norte-americano acrescentou a Rússia e o Japão.

Três semanas atrás, Biden deu boas-vindas ao primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, para uma cúpula e jantar de Estado em Washington, de acordo com a Bloomberg. Embora o Japão seja aliado político de longa data dos norte-americanos, as críticas de Biden podem ter causado arrepios entre os políticos japoneses em Tóquio. O presidente norte-americano colocou o Japão ao lado de dois grandes rivais dos EUA: China e Rússia. 

Nikkey ON!: Será que vale tudo para continuar na presidência por mais 4 anos? Talvez seja o medo de ver Donald Trump de voltar ao poder.


Fonte: NHK News.


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quinta-feira, 2 de maio de 2024

Kishida na Europa e América do Sul.

Primeiro-ministro japonês começa sua viagem internacional, para fortalecer laços com líderes políticos de 3 países.


Tóquio - Nesta quarta-feira, 1 de maio, o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, iniciou sua viagem de seis dias no exterior. Ele irá visitar a França, o Brasil e o Paraguai, numa viagem que irá durar 6 dias.

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Primeiro-ministro japonês começa sua viagem internacional, para fortalecer laços com líderes políticos de 3 países.
O primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, iniciou sua viagem de seis dias no exterior nesta quarta-feira, 1 de maio. Kishida visitará a França, o Brasil e o Paraguai, se encontrado com líderes políticos. Foto: NHK News.

Na França, Kishida irá participar numa reunião do Conselho Ministerial da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. O Japão presidirá as negociações.

Kishida planeja fazer um discurso no encontro. Ele explicará os esforços do Japão para promover o que chama de "uma nova forma de capitalismo". Será sublinhado a importância de manter e fortalecer uma ordem econômica livre e justa.

Além disso, ele pretende anunciar o estabelecimento de uma estrutura internacional, discutindo a promoção do uso de IA generativa e a criação de regras para resolver problemas. Espera-se também que Kishida demonstre a vontade de Tóquio de enfrentar outras questões globais, incluindo as alterações climáticas.

Durante um almoço de negócios, Kishida manterá conversações com o presidente francês Emmanuel Macron. Os dois líderes, provavelmente, confirmarão a cooperação nos domínios da segurança e da economia, bem como a promoção do intercâmbio humano.

Em seguida, Kishida partirá para a América do Sul, visitando o Brasil, que detém a presidência do Grupo dos 20, e o Paraguai. Espera-se que o primeiro-ministro discuta a cooperação econômica com os líderes dos dois países, durante as conversações de cúpula.

No Brasil, Kishida fará um discurso sobre a política do Japão, para aprofundar os laços com a América Latina e o Caribe. Já se passaram 10 anos desde que um primeiro-ministro japonês fez tal discurso.


Fonte: NHK News.


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