Nos últimos dias, a Coréia do Sul tem registrado aumento de casos da COVID-19 na população.
Seul - Desde a semana passada, a Coréia do Sul vem registrando números cada vez maiores de infecções por coronavírus. A alavancagem de casos é impulsionada pela rápida disseminação da variante ômicron no país.
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A Coréia do Sul tem registrado, nos últimos dias, um número crescente de casos de coronavírus em sua população. Foto: NHK News.
As autoridades coreanas de saúde pública informaram que o número de infecções na sexta-feira, 28 de janeiro, atingiu 17.542 casos de COVID-19 no país. É o quinto dia consecutivo de aumento de casos. Comparando os números da semana anterior, houve um aumento (2,5 vezes mais casos) de pessoas infectadas até o último dia da contagem.
O aumento de infecções acontece justamente durante o começo do feriado prolongado, de cinco dias, do Ano Novo da Coréia do Sul que foi iniciado neste sábado.
O governo sul-coreano está pedindo à população que evite de viajar para outras cidades durante o feriado. No país, as pessoas já estão proibidas de fazer refeições em ambientes fechados e em áreas de descanso ao longo de via expressas. As empresas ferroviárias limitaram a venda de passagens para apenas os assentos das janelas dos trens.
Recentemente, centros de exame de detecção do coronavírus foram criados pelas autoridades sul-coreanas, oferecendo testes de PCR gratuitos em todo o país. No sábado, os testes de antígenos começaram a ser oferecidos, com resultados que ficam rapidamente disponíveis para as pessoas.
Em relação as doses de reforço, o sistema de saúde do país está acelerando a administração de vacinas, reduzindo o intervalo entre a segunda dose e a terceira dose para 3 meses.
A proporção de pessoas da Coréia do Sul que receberam as doses de reforço atingiu 52,3% da população (entre as pessoas elegíveis para as doses).
Fonte: NHK News.
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